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Porque nos atrevemos a desafiar o magistério da Igreja.

Porque nos atrevemos a desafiar o magistério da Igreja.

Porque nos atrevemos a desafiar o magistério da Igreja

sobre a exclusão das mulheres das Ordens Sagradas.

Mudança de cultura.

A ordenação das mulheres pertence ao tipo de “doutrina” susceptível de ser distorcida por percepções culturais.

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  “Por que razão teremos de entrar em histrionismos feministas?”
   

Os factos

As razões teológicas para excluir as mulheres das Ordens Sagradas contradizem as Escrituras, a Tradição e a Teologia.

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“Será que Roma declarou isto como doutrina infalível?!”

   

Lições da História

O magistério da Igreja teve enganos muito sérios, em muitos casos semelhantes, de suposta “doutrina”.

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  “Se vocês dizem isto agora, como vamos confiar mais alguma vez no magistério da Igreja?”

See ‘Papal Power’ by Paul Collins

   

Autêntica fidelidade

Os teólogos e os fiéis têm a obrigação de consciência de fazer ouvir a sua voz discordante para se defenderem da “doutrina” sem fundamento.

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  “Que me diz, então, sobre a obediência cega?”
   

Sentido da fé

Como portadores da inerrância (livres de erro) os fiéis rejeitam a exclusão das mulheres do sagrado ministério.

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  “Vocês estão a minar a autoridade da hierarquia!”
       
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Mudança cultural Os factos História Autêntica lealdade Sentido da fé
Feminismo? Infalível? Credibilidade? Obediência? Estamos a minar alguma coisa?
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Gradualmente iremos traduzindo todos os nossos documentos!

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As razões teológicas para excluir as mulheres das ordens sagradas contradizem a Escritura, a Tradição e a Teologia.

As razões teológicas para excluir as mulheres das ordens sagradas contradizem a Escritura, a Tradição e a Teologia.

As razões teológicas para excluir as mulheres das ordens sagradas contradizem a Escritura, a Tradição e a Teologia.

Os argumentos aduzidos para sustentar a proibição de ordenar mulheres sacerdotes não resistem a um escrutínio. A Congregação para a Doutrina da Fé está simplesmente enganada.

Para um debate mais detalhado sobre estas argumentações e sua total refutação, visite por favor o nosso animado fórum que encontrará neste sítio.

Apresentamos aqui apenas alguns factos evidentes.

1. Jesus deu às mulheres a mesma posição na sua comunidade,

e

deu-lhes no princípio, tal como aos homens, o mesmo poder para presidir à eucaristia.

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2. Até ao séc. IX a Igreja ordenou centenas de mulheres

com o sacramento pleno
da ordem diaconal.

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3. Pelo Baptismo, tanto as mulheres como os homens somos filhos/as adoptivos/as de Deus.

Isto predispõe a mulher, e não menos que o homem, a receber todos os sacramentos, incluídas as ordens sagradas.

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“Será que Roma declarou isto como doutrina infalível?!”

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Seven Reasons why

Seven Reasons why

Há pelo menos sete razões
porque as mulheres podem e devem
receber Ordens Religiosas!

(Keypoint Série 1)

 

1. Tendencia cultural
O Costume da Igreja em não ordenar  mulheres para o sacerdócio basiea-se num preconceito com tres vertentes. clique!

2. Um sacerdócio em Cristo
Através do batismo melheres e homens partilham igualmente no novo sacerdócio de Cristo.
Isto inclui uma abertura às Ordens Religiosas.
clique!

3. Com poderes para presidir
Na Última Ceia Jesus deu poderes tanto aos  homens como ás mulheres. Ambos podem receber o Sacramento da Ordem para presidirem à Eucaristia. clique!

4. As mulheres têm sido diáconos
Pelo menos até o século IX a Igreja deu às mulheres a ordenação sacramental integral dos diáconos.Isso prova que as mulheres podem ser ordenadas. clique!

5. A possibilidade  de ordenação das mulheres tem estado presente na Tradição latente da Igreja
Um exemplo é a devoção existente ha séculos a Maria como Sacerdote. Isso mostra que, de acordo com o “entender dos fiéis”, em Maria, a proibição contra as mulheres já foi superada. clique!

6. A Igreja aceita padres mais amplo mulheres
Depois de um estudo sério e de oração outras Igrejas cristãs agora ordenar mulheres como sacerdotes. Mas nem tudo o que as outras Igrejas pode ser aceite pela Igreja Católica, esse consenso convergentes pelos crentes cristãos confirma que ordenar mulheres está de acordo com a mente de Cristo. clique!

7. Na verdade mulheres tambem são chamadas ao sacerdócio
O facto de muitas ​​mulheres católicas responsáveis descobrem em si uma vocação para o sacerdócio é um sinal do Espírito Santo, não deve ser  ignorado. clique!

Conclusão: não há argumentos válidos contra as mulheres sacerdotes, e muitos argumentos verdadeiramente católicos em favor!

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Então o que se passa com os ensinamentos do papa
roibindo  mulheres sacerdotes?

Leia as nossas perguntas mais frequentes!

Keypoint Série 1 Keypoint Série 2 Keypoint Série 3
Porquê
Sacerdotes mulheres?
Autoridadepara ensinar Argumentos tradicionais

Mulheres sacerdotes? -Sim!

Mulheres sacerdotes? -Sim!

Nossa Senhora em trajo sacerdotal Este site contém:
* declarações da Igreja sobre a ordenação das mulheres

*
opinião dos Padres da Igreja
*
antigos concílios
*
teólogos da Idade Média
*
rituais e cerimónias
*
documentos históricos
*
teólogos/teólogas de hoje

Esta é a biblioteca mais completa da Internet sobre mulheres sacerdotes

“Que se reconheça aos fiéis, tanto ao clero como aos leigos, uma justa liberdade de investigar, de pensar e de manifestar a sua opinião.”
Gaudium et Spes, n° 62 .


A Congrega磯 para a DoutrinaO nosso debate com Roma
Introdução
Qual é o problema? Resposta em linguagem simples! clique!

Escritura
Roma sustenta que o próprio Jesus excluiu as mulheres da ordenação por não ter as ter incluído nos doze apóstolos. clique!

Tradição
O sacerdócio feminino foi rejeitado pelos Padres da Igreja e pelos teólogos da Idade Média. Roma afirma ser essa a Tradição válida. clique!

Teologia
Segundo Roma, as mulheres não podem agir “na pessoa de Cristo” e por isso não podem presidir à Eucaristia. clique!

Magistério
Roma sustenta que a proibição da ordenação das mulheres foi decidida de maneira infalível pelos bispos católicos do mundo inteiro. clique!

Procura algum assunto neste site?

Muitas referências estão ainda em inglês, francês …, mas estamos a traduzir progressivamente as diferentes páginas.

1. Todos nós somos um em Cristo
Graças ao baptismo, as mulheres e os homens são iguais no novo sacerdócio de Cristo. Este inclui o acesso ao sacramento da Ordem. click aquí

2. Um preconceito cultural
A prática da Igreja de não ordenar mulheres baseia-se num triplo preconceito contra as mulheres. clique!

3. A perda de valores femininos
O sacerdócio só para homens faz parte de um conjunto de valores enraizados sobre o corpo, sexo e casamento que precisam de ser alterados.clique!

4. As mulheres diáconas
Até ao século IX a Igreja ordenou sacramentalmente as mulheres como diáconas (diaconisas).clique!

St䥲esinha de Lisieux

5. Mulheres católicas chamadas ao sacerdócio
O facto de numerosas mulheres na Igreja católica se sentirem chamadas ao sacerdócio é um sinal que vem do Espirito Santo que não podemos ignorar.clique!

6. Maria sacerdote
A antiquíssima devoção a Maria considerada como sacerdote mostra que, de acordo com o “sentido da fé dos fiéis”, em Maria a proibição da ordenação das mulheres estava já ultrapassada. clique!

7. As outras Igrejas
Depois de estudos sérios e de oração, outras Igrejas cristãs decidiram ordenar mulheres sacerdotes. Isto confirma que essa prática corresponde ao pensamento de Cristo.Depois de estudos sérios e de oração, outras Igrejas cristãs decidiram ordenar mulheres sacerdotes. Isto confirma que essa prática corresponde ao pensamento de Cristo. clique!

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Traduzido por Idalina Vieira


John Wijngaards Catholic Research

since 11 Jan 2014 . . .

John Wijngaards Catholic Research

A ordenação das mulheres pertence a esse tipo de “doutrina” passível de ser distorcida por percepções culturais

A ordenação das mulheres pertence a esse tipo de “doutrina” passível de ser distorcida por percepções culturais

A ordenação das mulheres pertence a esse tipo de “doutrina”
passível de ser distorcida
por percepções culturais

Através dos séculos, as formulações da doutrina cristã foram influenciadas pela cultura imperante no seu tempo. A mudança de cultura afectou inclusive o núcleo de algumas doutrinas como as que dizem respeito à Trindade, à Encarnação, etc. Mas as "doutrinas marginais" foram com frequência totalmente sequestradas pelas culturas dominantes.

  • Na ordem social — A democracia estava proibida, pensava-se que os reis governavam por “direito divino”, o sistema de classes era propugnado pela Igreja e o colonialismo justificado pelos papas.
  • A criação do mundo — Galileu foi condenado como herege (!) por acreditar que a terra anda à volta do sol, a astrologia considerava-se digna de ser honrada, e era tido como de inspiração divina o ensinamento de que Deus criou o mundo em seis dias.
  • Liturgia –As vestimentas romanas habituais converteram-se em “vestimentas sagradas”, os bispos eram tratados como senhores feudais, considerava-se que o latim era a língua de Deus.
  • Sexualidade –O medo ao gnosticismo levou a uma abordagem negativa da sexualidade. As leis romanas e germânicas deram forma aos ritos matrimoniais.

As mulheres foram excluídas do exercício da função sacerdotal com apoio em bases culturais.

As mulheres eram consideradas “belas criaturas”, mas totalmente inferiores ao homem.

  • Menos inteligentes
  • Emocionalmente instáveis
  • Volúveis
  • Incapazes de exercer uma verdadeira liderança

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Esta inferioridade foi confirmada pela crença de que as mulheres não eram seres humanos completos

Since the function of the female ovum was unknown, procreation was ascribed to the male sperm which alone, it was thought, contains new life.

This was the reason why theologians like Thomas Aquinas ruled out ordaining women.

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Women also suffered from a terrible ‘malady’, namely their monthly periods. This made them unsuitable for service at God’s holy altar.

Menstrual fluid was held to be dirty, awful and even dangerous for others who touched it. The taboo was strong in the Roman world and prevailed through the Middle Ages until the 20th century.

Women were stopped from entering church during their periods or from receiving holy communion. At times they received communion on a cloth spread out over their hands. They certainly were too ‘unclean’ to approach the altar!

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To cap it all, women were held responsible for causing men to sin.

Eve was blamed for seducing Adam, and all women were deemed to suffer the punishment of God’s curse on Eve, namely that she would always be subject to men.

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It was cultural prejudices that propped up the exclusion of women from the priestly ministry. Church authorities have simply not woken up to this fact.

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Theologians and the faithful have a duty in conscience to voice their disagreement

Theologians and the faithful have a duty in conscience to voice their disagreement

Os teólogos e os fiéis têm como
obrigação de consciência
fazer ouvir a sua voz discordante quando pensam que o magistério se engana

Há uma tendência nos que têm autoridade para pensarem que não necessitam de ouvir o conselho de outros. Isto foi com frequência causa de graves erros no passado.

A Igreja disse claramente que todos os fiéis, e em particular os teólogos, têm o dever de fazer ouvir a sua voz com as suas objecções, nos temas em que têm conhecimento e experiência.

 

“… deve reconhecer-se aos fiéis, clérigos e leigos,
a justa liberdade de investigação,
de pensamento
e de dar a conhecer humilde e validamente a sua maneira de ver
nos campos que são da sua competência.”

(CVII, Gaudium et Spes, nº 62)

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“Têm o direito, e às vezes mesmo o dever, em razão do seu próprio conhecimento, competência e prestígio, de manifestar aos Pastores sagrados a sua opinião sobre aquilo que pertence ao bem da Igreja e de o manifestar aos demais fiéis, salvando sempre a integridade da fé e dos costumes, a reverência para com os Pastores e tendo em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas.”

(Código do Direito Canónico, 212, nº3)

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“A liberdade de expressar a própria opinião, é factor e elemento necessário na formação da opinião pública. E as opiniões expressas publicamente revelam aos outros o estado de espírito e o critério de importantes grupos, num determinado contexto de lugar, tempo e costumes.” (§ 25).
(Communio et Progressio, 25), 29 de Janeiro de 1971

“O magistério retira grandes benefícios do estudo teológico crítico e persistente, e da cordial colaboração dos teólogos… Sem a ajuda da teologia, o magistério não poderia sem dúvida preservar e ensinar a fé, com grande dificuldade chegaria ao excelso e completo conhecimento de que necessita para realizar a sua tarefa, uma vez que não está dotado com a revelação ou o carisma da inspiração, mas apenas com a assistência do Espírito Santo.”
Papa Paulo VI, 1 de Outubro de 1966.

 

“Aqueles que se dedicam às ciências sagradas gozam de uma justa liberdade para investigar, assim como para manifestar prudentemente a sua opinião sobre tudo aquilo em que são peritos, guardando a devida submissão ao magistério da Igreja.”

Código do Direito Canónico, 218

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“Que dizer então da obediência cega?!”

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A Chamada das Mulleres a un Sacerdocio Renovado

A Chamada das Mulleres a un Sacerdocio Renovado

A Chamada das Mulleres a un Sacerdocio Renovado

DUBLÍN 2001

Christina Moreira

Chegou o tempo de celebrar

“Pretenden que o debate está pechado. Creo que mais lles valera conectar o seu aparato auditivo.”

Con estas palabras abría unha fermosa conferencia Mary McAleese en 1994 (1). Tómollas prestadas para iniciar este artigo e intentar presentar algo do que supuxo a Conferencia Internacional de Dublín do 29 de xuño ó 1 de xullo pasado, a primeira do seu xénero. Eramos 370 persoas de todo o orbe (6 continentes). Alí, na Universidade de Dublín da Eire, Irlanda libre, celta e católica a rabiar, ”, desobedecendo todos e todas con seriedade e plena conciencia, escoitouse alto e libre este berro “Deus da xustiza, Deus do amor, acóllenos a todos na túa chamada universal. Participamos nunha celebración magna : “A celebración da chamada a un sacerdocio renovado na Igrexa católica”. Estaba convocada por WOW (Women’s Ordination Worlwide) asociación internacional que está a promover a ordenación das mulleres dende 1996 e que agrupa as diferentes asociacións que loitan por esta causa en numerosos países no seo da Igrexa Católica. Exerceu o papel de anfitrión un grupo irlandés chamado BASIC (Brothers an Sisters in Christ/ Irmáns e Irmás en Cristo), dedicado a traballar e rezar pola ordenación das mulleres dentro da Igrexa Católica. A coordinación levouna un Comité Internacional formado por membros da WOW, quen planificou e organizou a Conferencia.Os medios de comunicación internacionais (India, Suíza, Reino unido, EEUU, Alemania, Portugal, etc…) deron conta do evento e foi de lamentar que non se difundira en España.

O lema “Agora é o tempo” (“Now is the Time”) acompañou os nosos traballos. Sen dúbida, os e as alí presentes e moitos dos que non puideron vir -aínda que si apoiaran con todo o seu ser a conferencia-, sabiamos de certo que viviamos unha hora histórica, algo no senso bíblico da “Hora”. Atrevémonos a falar do que Roma prohibira falar xa hai catro anos, a discutir unha cuestión presuntamente pechada de xeito definitivo(2) e que nos queren vender como declaración de fe de carácter infalible: “Declaro conforme á miña misión de confirmar ós meus irmáns (cf. Lc. 22,32), que a Igrexa non ten de ningunha maneira o poder de conferir a ordenación sacerdotal a mulleres e que esta postura debe ser considerada como definitiva por tódolos fieis da Igrexa”. Asinado: o Papa(3). En Dublín celebramos a chamada de Deus, que tamén chama a mulleres. Unha das organizadoras máis fervorosas, Soline Vatinel, chegaría a dicir: “Celebrar é verdadeiramente unha actividade revolucionaria. Xurde da alegría da resurrección de Cristo, unha alegría que ninguén nos pode quitar”. Por iso dicía que se trataba de renovar… Non podemos esquecer que Xesús deixou como testamento, no intre da súa morte inminente, precisamente a encomenda dunha celebración.

Foron catro intensos días de celebración que incluían relatorios, paneis (mesas redondas), oración e mais celebracións; tamén unha viaxe-xornada de oración o último día. Abríu a Conferencia Mairead Corrigan Maguire, Premio Nobel da Paz de Belfast, prendendo o cirio pascual que alumeou os nosas labores (un cirio que tiña forma de queixo de tetilla galego, ou sexa, unha teta, fronte ao símbolo fálico de sempre). Logo falounos Rosa Hudson-Wilkin, xamaicana, Vicaria da Igrexa de Inglaterra en Londres, aportando o seu valioso testemuño sobre o que pode supor que o cura sexa “ela e por riba sexa negra” (e teña, por exemplo, que enterrar a teu pai).

Joan Chittister interveu a pesar da prohibición expresa dos xefes de Roma e co apoio da superiora da súa congregación. Esta benedictina norteamericana é mundialmente coñecida pola súa contribución tanto teolóxica coma espiritual a estes temas. Ofreceunos o prato forte teolóxico desenvolvendo o tema do “discipulado”. Recibeu unhas 800 cartas despois da conferencia para agradecerlle o seu compromiso que ela centra na defensa da liberdade de expresión e de conciencia dentro da Igrexa, é mais que a defensa da ordenación sacerdotal das mulleres.

Tamén puidemos gozar da lucidez humana e eclesial de John Wijngaards comprometido hasta a médula e solidario: optou por deixar de exercer o seu sacerdocio para solidarizarse coas mulleres privadas del e vive entregado á súa colaboración con www.womenpriests.org (onde se pode atopar toda a información sobre o tema do sacerdocio feminino e en xeral). Aruna Gnanadason, do Consello Mundial das Igrexas tivo que retirarse como conferenciante principal da noite do venres cedendo á presión vaticana que ameazou con interpretar a súa presencia como unha ofensa ó recto ecumenismo (!), segundo nos informaron alí.

A coordinadora xeral de WOW, Myra Poole, monxa da congregación de Nosa Señora, tamén tiña prohibido asistir por parte do Vaticano, baixo pena de ser expulsada da súa orde. Custoulle moita oración e reflexión, como ela mesma nos contou; pero chegou ó Congreso o sábado animada polas aclamacións de todas e tódolos presentes. Ó día de hoxe non teño noticias de si se executou algunha represalia real a posteriori.

Tampouco sei o que se cumpriu das múltiples represalias posibles que agardaban moitos dos/das anónimos/as alí presentes que non puideron desvelar a súa identidade por mor do pan dos seus fillos (houbo unha testemuña abraiante dun pai de familia numerosa neste senso) o seu posto de traballo (profesores de relixión ou axentes de pastoral en países onde se remuneran estas labores laicais) ou a súa permanencia nunha orde relixiosa, o do seu equilibrio psicolóxico (para moitas persoas, aínda é duro “saír do armario”). Recordo a aquela monxa que contou entre bagoas como a botaran do seu convento pola súa opción… a incomprensión por parte da xente, compañeiros/as de congregación, amigos/as, curas, .. é unha constante que moitos referían. Quen escribe non queda atrás.

“Ai de vós que bautizades mulleres…

… Mais valera que non as bautizarades!”. Así proclamaban algunhas pancartas, adhesivos, etc. “Se non queredes mulleres curas, parade de bautizalas!”. Estas frases conteñen toda a eclesioloxía dos/as que defendemos o ministerio feminino. Non somos nada ambiguas/os: Amamos profundamente a nosa Igrexa pero, precisamente por iso, querémola defender dos que a usurpan e a desfiguran. Claramente: pretendemos renovala e estamos convencidos de que estas situacións inxustas (sumamos tamén o horror do celibato imposto, a segregación por opción sexual…) representan unha crise de crecemento: “El miedo a reconstruir la Iglesia, ésa es probablemente una cuestión de fondo. La crítica feminista no se limita a echar por tierra la asignación de roles en función del sexo, sino que a la larga lleva a la reestructuración de todo lo construído desde la perspectiva patriarcal”(4). A nosa sala de conferencias eran decenas de mesas redondas nun gran salón con estrado ó fondo e micro, pantalla xigante. Ocorréuseme que representaba a metáfora idonea para a Igrexa que podemos soñar: comunidades horizontais, nada de pirámides exipcias e xerarquías ó seu estilo. Algunha “orde” si había, colocaran uns letreiros para que nos xuntaramos por linguas a fin de facilitar o traballo en grupos e as traduccións. Na nosa mesa estaban: tres mulleres de FEM (Foro de estudios de la Mujer): unha Madrileña, unha aragonesa afincada en Madrid de “Mujeres y teología”e unha vasca e unha catalana de “Dones en Esglesia” (todas elas vencelladas a “mujeres y teología), sumándose quen escribe (galega de “Mulleres Cristiáns Galegas” afincada en A Coruña). Daba unha ecléctica visión de España, non do interese que esperta a cuestión neste país, e aglutinou de inmediato ás representantes brasileiras (unha colombiana e unha española afincadas no Brasil do movemento “Católicas polo dereito a decidir”) e un irmán dominico de México; tamén Frida (Elfriede Hart, colombiana-alemana afincada en París e coordinadora do Movemento mundial Somos Igrexa), estivo con nós. Foi un gozo ir recompoñendo o que primeiro lle chamaran “spanish” para ir aglutinándonos en “Iberia”, que corriximos ó vírsenos engadir as dúas amigas de Portugal, Ana e María João. Gozamos facendo nós mesmas as etiquetas.

Descubrindo o corpo feminino da Igrexa

Alí empecei a collerlle cariño ó adxectivo católico, que como se sabe significa “universal”. Pero entendín, por mor do ecumenismo que alí imperaba, que a nosa Igrexa católica apurouse demasiado en capitalizalo e logo desvirtualo. En ningún momento precisamos temoeiro nin xefe pensante ou decididor, (aínda que si unha traductora que nos axudou no que puido e que nomeamos “ibérica honoris causa”). Estes feitos anódinos amosaban a liberdade na acción espontánea, o xeito fraterno e libre de xuntarse e compartir o traballo, a escoita das experiencias, as dificultades (en especial por mor do sacrosanto inglés que non falaban co acento que eu aprendera na escola), os xantares e as ceas, o baile. Polos ollos de moitos pasou a visión da Igrexa recén estreada de Pentecoste, a realidade da presencia viva do Espírito. Nin tan sequera eramos so católicos, nin todas mulleres, nin vocacionados/as, nin estabamos de acordo en todo. Pero falamos o mesmo idioma común de discípulos/as de Xesús. Sendo libres podemos inventar espacios para a verdade e xuntarnos en paz arredor da mesa da Cea do Señor Xesús… sen medo… sen rancores.

A Igrexa que alí se fixo realidade, pensaba por unha vez cos dous hemisferios do cerebro, respiraba polos dous pulmóns, ¡amaba co corazón liberado das diferencias xenitais!. Como dixo Rosa Hudson no seu relatorio “en Xamaica…tomei conciencia da importancia dos sacramentos na vida da Igrexa. Ó mesmo tempo, tiña que escoitar que non se podía recibir os sacramentos porque non había varón (male; a elección da palabra é miña) para consagrar os elementos do sacramento”. Aquí está o miolo do problema e cómpre darlle o nome ás cousas, ser libre para facelo, para entendelas, para entendérmonos.

Repasaremos a continuación os argumentos principais e definitivos para que non se ordenen mulleres. Argumentos dependentes da anatomía xenital, no fondo, dende o principio da historia. María José Arana e María Salas citan a Hugucio do século XIII: “Las mujeres no reciben el carácter del orden por impedirlo el sexo y la constitución de la Iglesia, hecha por causa del sexo” (5), e engaden as autoras que a opinión era compartida por gran número de “canonistas” e “decretalistas”. Non é un chiste, trátase dunha frase do século XIII, hoxe non pasa…

A Igrexa que se perfilaba en Dublín non tiña 370 almas como parecía. Cada un/unha traía disimulado no corazón milleiros de irmás e irmáns invisibles, algúns defuntos, outros amargados, outros esperanzados, que non puideron viaxar. Quen vos fala levou a moita xente, entre outra a unha parroquia enteira da bisbarra de Ferrol.

Eu creo na comuñón dos santos. Estaban alí tódalas comunidades que agardan ás veces meses a que un varón da especie humana -de eses aos que si “lles deixan”- se digne lerlles e explicarlles un anaco de Evanxeo, bautizar os nenos ou perdoar os pecados, que alguén case a dous que se aman. Tamén estaba algunha de esas femias (da mesma especie) que cansaron de esperar e atenderon ó pobo no que puideron, sen ou con medo, sen ou con recoñecemento oficial, pero seguras de que honraban unha chamada real do seu Deus e socorrían unha necesidade non menos real.

Pero, señoras, ¿qué é o que pedides?

Isto é o que preguntan algúns amigos (nas xerarquías non adoitan preguntarnos pareceres). Non hai espacio aquí para describir as reaccións que vou coleccionando dende a miña propia “saída de armario”… Destaco unha das que mais se repite: equiparar a nosa demanda coa das mulleres que “queren ser militares”. O argumento coñecido de que “non son loitas feministas”. Esta afirmación, ás veces toma aparencias de auténtica agresión verbal.

– Non coñezo ningunha muller vocacionada para o presbiterado ou o diaconado que se valla do modelo de cura varón que impera hoxe na Igrexa católica. As resolucións finais da Conferencia e os relatorios (Joan Chittister, J. Wijngaards) reproducidas neste número, dan conta dunha vontade universal de “renovación”.

Precisamente, neste senso pedín persoalmente (petición asegundada por toda a miña mesa) que figurara nas devanditas Resolucións (como enmenda a unha delas) a expresa demanda de non apartar do sacerdocio a ninguén por causa de sexo, estado civil, ou orientación sexual. O resultado non foi unha enmenda senón a inclusión dese texto da mesma introducción que viña sendo a parte irrenunciable xa que non precisou de voto: ¡dábase por suposto!

– A actual configuración patriarcal e exclusivamente masculina do ministerio ordenado e a diaconía non descansa en ningún fundamento teolóxico nin bíblico sólido, senón nunha tradición que, como tal, pode ser contestada e desbotada. O proceso de reivindicación das mulleres non é só unha reivindicación feminista (algúns/as mesmo din que nin sequera o é), trátase do proceso dun pobo que le o Evanxeo e procura nel o que Deus quere realmente para o seu pobo, á escoita de Xesús e do Espírito para non perder de vista o servicio ós mais pobres (os datos da economía mundial apuntan a que a pobreza é una cuestión que hai que declinar en xénero feminino). Dáse unha curiosa contradicción para quen o negue: as mulleres si somos capaces de representar a Cristo xa que por sermos marxinadas e humilladas, somos tamén Cristos á súa imaxe(6) de Servo de Deus. Non fai falla ser muller nin feminista para entender isto, cristián e honesto si.

– Entristéceme ter que responderlles finalmente a esas compañeiras feministas que, en efecto, isto tamén é unha loita feminista, xa que o é toda aquela que pretende liberar as mulleres. Defendo que cada quen, sexa home ou muller, debe ter liberdade para escoller os camiños da súa vida, aínda cando outros pensen que se trabuca, ou realmente se trabuque. Tamén temos neste caso o sagrado dereito a equivocarnos, sen o cal non pode haber liberdade.

Das que nos xuntamos en grupo pequeño de mulleres vocacionadas (houbo un para o sacerdocio e outro para as que queren ser diaconizas),que ousaron ir á Conferencia, ningunha estaba nin amargada, nin resentida nin escumaba odio por ningures. Si puidemos sentir esperanza e gozo, ¡moito gozo! Tamén moito sufrimento, agardando tras as nosas caretas de tódolos días. Pero ó fin esperanza, ¡moita esperanza e amor! Esta é a mensaxe que traio de Dublín para Galicia e España, para os e as que entendan a miña linguaxe (a lingua non basta). Calcúlanse por centenares en España as mulleres que frustraron o seu desexo de servir no altar, de poñer tamén esa outra mesa e dar de comer ós famentos da palabra de Deus; darlles “pan e non pedras” (título dun coñecido libro de Elisabeth Schüsler Fiorenza). Están caladas e agachadas tras das súas caretas de casadas, nais de familia, solteiras, monxas (¡moitas monxas!), e moitísimas nais de curas que delegaron nos seus fillos a chamada do Señor…

A propia Igrexa anglicana, que ordena mulleres, tampouco está a respectar a súa dignidade na realización do seu papel (secundario moitas veces) ¡Elas tiveron que poñer o “clergy” nas súas camisas de flores para darse a respectar!

A xeito de conclusión, collerei de novo pola man á compañeira presidenta da República irlandesa, non gusto de andar soa: “Amo á miña nai e a miña nai ámame. Ningunha das dúas é perfecta e de cando en vez sentímonos obrigadas de denunciar a nosas imperfeccións coa esperanza de que a nosa relación sairá beneficiada”. O diálogo só acaba de empezar ¿Qué queremos facer coa nosa Igrexa? Qué “precisamos realmente”, -como diría Joan Chittister-, dos nosos servidores?

“Non quededes ahí mirando o ceo”, di o Mestre, hai moito por facer. E non o van facer os curas.

“Aquí estou Señor, para facer a túa vontade”.

Christina Moreira Agosto 2001


(1) Mary McAleese,nacida en Belfast, é a actual presidenta da República de Irlanda. Pronunciou un relatorio co título “Facer fronte a un Cristo que non quere mulleres curas como puidera querer que o Ulster fique británico”(1995) e que foi a sua réplica a Ordinatio Sacerdotalis (OS en adiante) (1994). Tomada de www.womenpriests.org/fr/teaching/mcalees2.asp e traducida do francés pola autora destas liñas

(2)Cf. X.P. II Ordinatio Sacerdotalis (22 de maio de 1994), carta apostólica sobre a ordenación sacerdotal exclusivamente reservada ós homes, e a declaración do Cardeal Ratzinger (1995) según a cal a discusión sobre a ordenación das mulleres está pechada (orixe, o sitio de Inertenet anteriormente citado)

(3) OS op. Cit.

(4) M. Carrizosa e Pilar Yuste, no seu traballo en El sacerdocio de la mujer, Cuadernos Verapaz nº 11.

(5) In M.J. Arana – M. Salas, “Mujeres sacerdotes ¿Por qué no?”Publicaciones claretianas, Madrid, 1994, 204 p.

(6) Mt 25, 31 ss. Citado do Cuaderno Verapaz op cit.

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O magistério da Igreja teve sérios enganos em casos semelhantes de “doutrina” tida como certa.

O magistério da Igreja teve sérios enganos em casos semelhantes de “doutrina” tida como certa.

O magistério da Igreja teve sérios enganos em casos semelhantes de “doutrina” tida como certa.

O magistério da Igreja protege a fé da comunidade contra heresias. Merece o nosso respeito. Mas a história ensina-nos que o magistério cometeu, e pode cometer, sérios erros de avaliação.

Estes erros aconteceram em contextos de mudanças culturais. O magistério apegou-se com frequência a antiquadas e tradicionais opiniões e práticas que eram insensatamente identificadas como a essência da fé cristã.

É instrutivo estudar alguns exemplos.

Quando a banca começou na Europa, os banqueiros começaram a pedir juros sobre empréstimos – tal como hoje em dia. De acordo com as leis do Antigo Testamento, a Igreja proibiu essa actividade.

O Segundo Concílio de Latrão (1139 d. C.) prescreveu que as pessoas que cobrassem impostos “não deveriam ser admitidas aos sacramentos.” E “no caso de não se retratarem do seu erro, deveria ser-lhes recusada a sepultura em terra sagrada.”

O magistério só revogou esta proibição em 1830. Durante os sete séculos anteriores, muitos homens de negócios e suas famílias viveram e morreram fora da Igreja.

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Até 1888 os papas e a cúria eclesiástica defenderam a legitimidade da escravatura!

Os Padres da Igreja, sínodos, papas e teólogos defenderam que se podia ser legitimamente proprietário de escravos, comprá-los e vendê-los.

A Congregação para a Doutrina, em Roma, ainda em 20 de Junho de 1866 declarou: “A escravatura em si mesma, considerada como tal na sua natureza essencial, não é de modo algum contrária à lei natural ou à lei de Deus. Podia haver vários e diferentes tratamentos à escravatura… Não é contrário à lei natural ou divina para um escravo ser comprado, trocado ou oferecido.

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Bispos católicos, teólogos ou activistas que faziam campanha pela abolição foram estigmatizados como “problemáticos” e “heréticos”.

Pelo menos até 1854 o ensino oficial da Igreja era de que fora da Igreja não havia salvação.

Não só os papas e teólogos o proclamavam como doutrina oficial. Parece que terá sido definido pelos concílios da Igreja como dogma de fé!

O Concílio de Florença declarou em 1442, com o papa Eugénio IV: “A Santa Madre Igreja Romana… crê firmemente, professa e prega que ninguém que permaneça fora da Igreja Católica, não apenas os pagãos, mas também os judeus, hereges e cismáticos, pode tomar parte na vida eterna; antes irão ao “fogo eterno preparado para o demónio e os seus anjos” (Mt 25, 41), a não ser que antes da sua morte sejam recebidos dentro da Igreja Católica. Porque a união com o corpo da Igreja é de tão grande importância, que os sacramentos da Igreja só são efectivos para aqueles que permanecem nela; e jejuns, esmolas e outras obras de misericórdia, assim como outras obras de piedade que um cristão possa fazer durante a sua vida, merecem recompensa eterna somente para eles. E ninguém pode ser salvo, mesmo se dá o seu sangue pelo nome de Cristo, a não ser que permaneça no seio e na unidade da Igreja Católica.”

Esta assim chamada doutrina, agora revogada pelo Concílio Vaticano II, surgiu da total ignorância da diversidade das religiões. Ignorava a experiência da graça de Deus fora da Igreja.

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A realidade é que o magistério esteve constantemente fora dos tempos: no tema de cobrar impostos pelo empréstimo de capital; em que a terra anda à volta do sol; na evolução das espécies; na autoria das sagradas escrituras; sobre a democracia, sindicatos, liberdade religiosa e ecumenismo; há pelo menos 64 temas. Qualquer realidade moderna que aparecesse, Roma primeiro condenava-a. Não está a fazer o mesmo com a proibição dos anticonceptivos, o celibato opcional e a ordenação das mulheres?

Porque nos atrevemos a desafiar o magistério da Igreja Perguntas mais frequentes Seguinte?
Mudança cultural Os factos História Autêntica lealdade Sentido da fé
Feminismo? Infalível? Credibilidade? Obediência? Estamos a minar alguma coisa?
Quer fazer-nos algumas perguntas? Sugestões? Observações?

Gradualmente iremos traduzindo todos os nossos documentos!

Por favor, ajude-nos! Precisamos de mais voluntários.

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